USA - Home of the free?



Alguns têm os USA como a terra das oportunidade, a terra da liberdade. Assim o queriam os chamados Pais Fundadores... assim foi o pensamento que quem escreveu a constituição e que sempre lutou pela liberdade. Devido a isso, os USA se tornaram o país mais forte do mundo, graças à liberdade que existia e ao empreendedorismo que era incentivado.

Infelizmente, ao contrário do que pensa o resto do mundo, os USA são cada vez menos um país livre, onde os grandes senhores transformaram um país produtivo, num país escravo do seu consumo, escravo dos créditos fornecidos pela FED e sistema bancário, escravo do castelo de cartas que está a desabar, apesar dos remendos que vão colocando. Como mostrámos aqui, os americanos querem recuperar a liberdade que lhes foi retirada nos últimos 30 anos, debilitando o país a vários níveis, social, económico, político.

Para se ter uma noção, da falta de liberdade, veja-se o exemplo a nível de pagamento de impostos. Os USA são, a par da Coreia do Norte, os únicos que obrigam os seus cidadãos, habitando e trabalhando em qualquer parte do mundo, a pagar impostos no país natal. Ou seja, se trabalharem na China, são obrigado a pagar impostos nos USA. Caso queiram abdicar da cidadania, para irem morar num outro país, pagando os impostos no país onde irão morar, são obrigados a pagar uma taxa de saída bastante elevada, em alguns casos, cerca de metade da riqueza de um indivíduo. O Economist chama a esta situação, a muralha de Berlin dos USA.
Como se isto não fosse grave, caso o estado verifique, que se abdicou da cidadania, por razões de impostos, o antes cidadão, nunca mais pode voltar aos USA, nem para visitar familiares.

Isto, num país, onde os estímulos keynesianos (que nunca resultaram e não é desta que isso irá acontecer), estão a níveis nunca antes vistos, o que irá provocar um aumento brutal de impostos directos e indirectos, terá como consequência uma saída de estrangeiros a trabalhar lá (por exemplo, as fronteiras mexicanas/usa estão praticamente sem movimento, poucos mexicanos querem entrar), mas... os americanos não vão poder sair, procurando melhor vida num outro país com mais potencial.

Isto, é ser prisioneiro no próprio país... o que, tendo um dos lemas "home of the free"... é algo paradoxal.

A mudança de mentalidades, terá de vir de um país olhado por todos os outros, e talvez fosse necessária, toda esta repressão, que se está a passar nos USA, para essa mudança mundial acontecer. Assim o esperamos, para bem de todos nós, já qua a Liberdade é o caminho para uma melhor vida.


Especuladores, amigo ou inimigo?


Desde há muito que a palavra especulação tem uma conotação negativa, mas em boa verdade esquecemo-nos muitas vezes que um especulador não é mais do que um agente de mercado, não sendo portanto nem bom nem mau.
De facto a especulação não é mais do que um negócio como outro qualquer, que tem os seus riscos associados e em média as mais valias que o especulador obtém servem precisamente para remunerar o seu trabalho, pois ao contrário do que muitos pensam, não existem almoços-grátis.
Mas para mim, o especulador acaba por ter uma importância associada à qualidade da informação. Quantos de nós não usam a informação de mercado como melhor estimativa para a evolução futura de determinado índice?
Por exemplo, para a função que desempenho é-me particularmente útil obter estimativas razoáveis para por exemplo o preço futuro do crude ou da taxa euribor futura. E que melhor estimativa senão a que é dada pelo mercado, pela intervenção dos diferentes especuladores? Afinal a melhor estimativa é a média do que todos os investidores (perdão, especuladores) pensam, ou seja, o preço do mercado.
Através da sua actividade, possibilitam a liquidez dos mercados financeiros. Assim sendo, poder-se-á até dizer que o especulador tem um papel social, pois contribui de forma decisiva para a formação dos preços dos mercados financeiros e para a eficiência de todo o sistema.
Mesmo os que possuem informação privada, acabam por contribuir para a sua dissiminação, ao especularem sobre determinado activo.
Normalmente a imagem do especulador cai em desgraça quando surgem notícias sobre ganhos fabulosos na bolsa por parte de alguns, como por exemplo o George Soros. Mas curiosamente ninguém sente pena por todos os outros especuladores que perderam dinheiro, pois afinal o jogo da bolsa é um jogo de soma nula (se não contarmos com as taxas de bolsa) onde aquilo que uns ganham é aquilo que os outros perdem.
E antes de criticarmos os especuladores, devemos pensar a especulação enquanto um negócio, com um risco e uma remuneração associados, tal como qualquer outro negócio, desde o vizinho que montou o café até ao Belmiro de Azevedo.
Vale a pena pensar nisto...

Tap... embarcando na empresa pública






Achei piada a esta foto, já que, além de ter o nome deste site, tem algo que felizmente existe, apesar de alguns pensarem que é mau... Liberdade de Escolha.

Falando do caso da TAP, é um caso típico de empresa pública, greves e prejuízos... prejuízos que alguns teimam em esquecer, quem paga é o povão, que iludido, pensa que é preferível existir um estado e governo pesado (230 deputados e milhares de "assistentes"), pagar praticamente 50% do que ganha em impostos directos e indirectos para os mesmos porem e disporem dele, do que um mercado livre, onde preservavam quase tudo o que ganhavam e pagariam preços mais baixos nos bens e serviços, dada a concorrência... mas já estou a divagar.

Em concreto, no caso da TAP, confesso que revolta esta situação. Não por causa dos pilotos, que estão a fazer o seu papel, tentar tirar mais um bocadinho do estado (se os que estão acima tiram, porque não eles tentarem também?), mas pelo facto da maioria não entender o porque desta situação. A empresa tem de ser privatizada e ponto final. Caso fosse privatizada, ou começaria a dar lucros ou ia à falência... a sua unidade de negócio seria vendida a outra ou outras empresas e acreditem que continuaria a haver aviação em Portugal...

No sector privado, caso uma empresa não dê lucros fecha as portas. Simples. Surge outra para tomar o seu lugar, e tentar ser mais eficiente. Isto sim, é algo que liberta os contribuintes da estrutura pesada do estado, onde não há motivação nenhuma em tornar uma empresa rentável, pois o capital que estão a utilizar não é deles e caso dê errado o pai estado dá mais.

Tudo é um jogo de incentivos na economia, por isso o sector privado é claramente, muito mais produtivo que o estatal. Posto isto, privatize-se a TAP e, desta forma, acaba-se com esta macacada do quer mais salário, do lucro estimado que afinal são é mais uns milhões de prejuízo... e quem paga, está claro, é o contribuinte, que tem de abrir os olhos e começar a exigir a privatização cada vez maior de empresas públicas.

Economia da República das Bananas Parte V - Final Feliz!

Contrariamente ao que era previsto, o novo sistema de liberdade individual foi um sucesso!
A alocação dos recursos da economia tornou-se muito mais rápida e eficiente, dada por um sistema de preços livre de interferências governamentais. Os produtores passaram a ter como única preocupação responder ao que os consumidores pretendiam, para assim maximizarem o seu lucro.
O desemprego de longa duração passou a ser um fenómeno residual.
A moeda passou a ser emitida por bancos privados, mas a ser redimida em ouro, com os bancos a comprometerem-se a conservar, em reservas, 100% da base monetária. Os bancos tornaram-se uma espécie de armazém de ouro, a parte má foi que em vez de pagarem juros passaram a cobrar uma comissão de armazenagem, para contas à ordem. Para contas a prazo, continuaram a pagar juros.
A estabilidade de preços promoveu mais a poupança, do que o sistema inflacionista que anteriormente vigorava (quando a inflação é elevada, as pessoas querem trocar a moeda por bens, o mais rápido possível, antes que desvalorize).
Com o aumento da poupança, houve consequentemente um incremento de verdadeiro investimento, uma vez que os recursos não consumidos correspondiam aos recursos poupados e que estavam disponíveis para investimento, ao contrario do que acontecia quando o banco central injectava credito barato, que não era suportado por nenhuma poupança.
Com mais investimento real, a produtividade dos trabalhadores também tornou-se maior, em resultado do aumento de capital na economia.
Dado o pouco desemprego e os aumentos de produtividade, os empregadores foram “obrigados”, pela lei da oferta e da procura, a remunerar melhor os trabalhadores.
Claro que continuaram a haver problemas, a República das Bananas não passou a ser perfeita, mas pelo menos o nível de vida das populações registou melhorias consideráveis.

Economia da República das Bananas Parte IV - Caos!



Depois de muitas injecções de moeda e do salvamento de muitos produtores ineficientes, que eram demasiado grandes para fechar as portas, chega-se finalmente a um beco sem saída: a economia está num impasse e a moeda perdeu quase todo o seu valor.
A população saiu às ruas e causou distúrbios, por todo o país.
Perante a pressão, o banco central é fechado pelo governo, dado que era um dos principais alvos dos protestos.
Os produtores amigos dos governos, que tinham sido sucessivamente salvos com dinheiro dos contribuíntes, vêm as suas propriedades invadidas e são obrigados a fugir do país.
O governo teme refazer o banco central, apesar do conselho dos grandes especialistas nesse sentido, mas dada a grande oposição da população acaba por nada fazer.
Ouviram-se vozes de profetas da desgraça: sem um banco central e sem uma condução por parte do estado, como será possível a economia sobreviver? Vai ser o caos! (continua)

Economia da República das Bananas Parte III - Consequências do Estímulo

De facto, estas medidas conseguiram impedir uma queda maior da economia do que aconteceria caso nada fosse feito, por 2 motivos:
(1) impediram que produtores ineficientes desaparecessem, no curto prazo. Dado que a economia estava em recessão, havia muitas empresas a fechar e poucas a abrir, por isso quando se impedem empresas de fechar, o efeito é positivo, mas, como já referi, de curto prazo.
(2) a retracção da actividade económica foi compensada pelo aumento dos gastos públicos (num dos programas, pagavam a meninas para arrancar folhas de bananeira, como se vê na foto abaixo), mas este aumento não era sustentável porque era financiado por défice. Se fosse financiado por impostos, a recessão ainda teria sido maior.
No longo prazo, o custo de diminuir a dor veio a revelar-se com estagnação económica, dado que foi impedido o reajustamento da irrealista estrutura produtiva que vigorava antes da crise, e inflação elevada, devido à injecção de moeda. (continua)

Economia da República das Bananas Parte II - O Estímulo


Os sempre prestáveis políticos da República, não perderam tempo.
A intervenção foi determinada! O estado lançou um programa de salvação nacional!
Este incluía forte investimento estatal, à custa de um grande aumento do défice público, salvação dos grandes produtores do país e uma injecção de moeda sem precedentes.
Os governantes gabaram-se que tinham impedido o colapso da economia, mal começaram a ser conhecidos os primeiros sinais de alguma recuperação económica. Será que tinham razão? (continua)

Economia da República das Bananas Parte I - Boom & Bust

Na República das Bananas (que o Pedro fala aqui), a crise também teve um grande impacto, mas nem tudo acabou por correr mal...
Inicialmente houve um período de boom, em que, devido ao crédito barato concedido pelo banco central (injectado para combater a crise anterior), se criaram plantações até nos sítios mais remotos e inacessíveis, e onde as terras claramente não eram tão boas. Durante algum tempo parecia que a prosperidade duraria para sempre e que os problemas do passado estavam totalmente ultrapassados.
No entanto, a produção de bananas subiu a um nível insustentável dadas as necessidades de consumo da República e as possibilidades de exportação. O preço das bananas caiu a pique, levando os produtores mais ineficientes à falência, quando as receitas deixaram de conseguir pagar os custos de produção, os salários dos trabalhadores e os empréstimos que tinham sido contraídos.
E assim se deu o inicio da crise... À medida que mais produtores iam falindo, o desemprego ia aumentando, o consumo de bananas caía fortemente e os bancos iam tendo cada vez mais problemas de liquidez... (continua)

Entender a crise actual

Em relação à crise actual, lemos e ouvimos jornalistas, políticos e alguns economistas dizer que a culpa foi do mercado livre, do capitalismo. O que será necessário é uma maior regulamentação, para impedir que isto volte a acontecer... Isto, caros leitores, é o atirar areia para os olhos, o tentar arranjar um alibi para os erros próprios de um regime que nada tem a ver com um mercado livre, um regime em que o estado tem plenos poderes e dita as regras.

Como se pode ver no post "manifestação pela liberdade", já há muitas pessoas que começam a entender a verdadeira razão da crise... (um estado controlador, que influencia as regras do mercado a favor dos mais fortes e que decide quem irá cair ou sobreviver).

No vídeo que apresento, com a duração aproximada de 7 minutos, está uma explicação muito boa acerca dos verdadeiros culpados da situação em que todos nos encontramos.

 Aconselho a sua visualização, para que, quando ouvirem falar da crise, se lembrem qual foi a verdadeira causa... o estado e os seus tentáculos.


Capitalism is Evil

No seu novo filme, Michael Moore, defende, basicamente, que o sistema capitalista é maligno e que deve ser substituído pela democracia.
Com "democracia", pode querer dizer um sistema socialista do género da ex-União Soviética, Coreia do Norte, Cuba, etc., ou uma democracia mais do tipo da Europa Ocidental, com um forte estado social. Eu acho que ele próprio não sabe bem, por isso vou falar dos dois...
Examinemos o que isto quer dizer: um sistema de trocas livres é o mal!
Por outro lado, um sistema que retira quase toda a liberdade individual, apenas pode ser mantido com elevado nível de repressão e, onde foi aplicado, manteve a maioria da população na miséria, esse sim é um sistema desejável?
Ou, então, um sistema que obriga uma parte significativa da população a, coercivamente, pagar impostos asfixiantes, para manter a outra parte da população dependente das benesses do papá estado, será moralmente superior áquele onde cada individuo é recompensado quando melhor serve os seus semelhantes, através de trocas puramente voluntárias?
Eu, pessoalmente, abomino qualquer sistema onde as minhas escolhas são condicionadas ou feitas num gabinete longínquo, por burocratas ou políticos. Prefiro, sem pensar duas vezes, um em que a liberdade d'escolha seja preservada!

Dívida: um verdadeiro "peso-pesado" no combate ao crescimento económico


Todos sabemos que quando temos enormes dívidas não nos podemos dar ao luxo de consumir desalmadamente. Isto é verdade para todo e qualquer agente económico, seja ele o próprio leitor, uma empresa ou até o Estado. Na realidade uma das premissas de qualquer modelo macroeconómico digno desse nome, é a restrição onde o valor actual das dívidas futuras é igual a zero. Quer isto dizer que existe limites ao endividamento, pois quanto maior o nosso endividamento, maior dificuldade teremos em contrair empréstimos dado que os agentes que estão dispostos a emprestar apercebem-se que as nossas receitas começam a não dar para cobrir o serviço da dívida. Ora é exactamente isto que se começa a passar um pouco por todos os Estados ocidentais. De facto, colocar dívida do Governo Português, Espanhol ou até mesmo Americano já não é tão fácil e tão "favas-contadas" como o era.
Assim sendo, se os Estados se encontram tão endividados parece óbvio que, tal como num empréstimo, os pagamentos sejam efectuados em suaves prestações.
No entanto, dado que os Estados começam a ultrapassar largamente os limites do razoável, é bem provável que estas suaves prestações transitem para as gerações vindouras, nomeadamente a dos nossos filhos e netos, "felizmente" para nós e infelizmente para eles.
Os nossos descendentes irão herdar um mundo onde provavelmente serão confrontados com a inexistência de pensões de reforma, com o sucessivo adiar de investimentos em infraestruturas importantes e com uma pesada carga fiscal.
Tudo isto para que se possam pagar as dívidas que os pais e os avós contrairam enquanto andavam a consumir o que não tinham, colocando em cima da mesa graves questões éticas e de justiça intergeneracional.

O prémio Nobel da economia, Edmund Phelps, afirmou recentemente que a dívida acumulada pelo Governo Americano, vai inibir o crescimento económico durante as próximas décadas e que (passo a transcrever):
"Agora que a economia norte-americana vai tocar no fundo e começar a sua recuperação, temos um nível muito elevado de endividamento do Estado, uma situação que só será sustentável com um preço do imposto marginal muito elevado durante vários anos, o que vai adiar várias actividades inovadoras"

Tal cenário faz-me lembrar um pouco os pagamentos das indemnizações de guerra: por exemplo a Finlândia só após ter acabado de pagar as despesas de guerra à Rússia, é que pôde efectivamente virar-se para si e procurar o crescimento.
Contudo, não saimos de nenhuma guerra, estas indemnizações de "guerra" estão a ser atribuídas a empresas que falharam redondamente no campo da competência e que não foram penalizadas por isso, muito pelo contrário.
Pessoalmente se fosse CEO de alguma grande empresa do género da GM ou de algum grande banco, ficaria bastante contente, pois saberia que independentemente da competência dos actos da minha gestão, virá sempre um Estado salvador para me atribuir uma choruda recompensa e salvar a minha empresa da desgraça. Este precedente muito grave que se abriu incentivar-me-ia a investir loucamente em projectos de tudo ou nada: se perdesse tudo, saberia que viria o Estado ajudar-me; se ganhasse bastante, ficaria com os lucros para mim.
O leitor poderá ser levado a pensar que sou contra o capitalismo, mas não se trata nada disso, muito pelo contrário. Sou claramente a favor do capitalismo, mas do capitalismo onde realmente vinguem as leis da concorrência, as leis do mais forte, onde as empresas com fraco desempenho sejam penalizadas, e as empresas com boa performance sejam recompensadas.
Será pedir muito?

Venezuela Fx


O blog Venezuela Fx, divulga a taxa de câmbio do mercado negro entre o Bolivar Venezuelano (Bs) e o Dólar Americano (USD), prestando um serviço inestimável para a transparência deste preço.

A taxa oficial, fixada por decreto nos 2.15 Bs/USD, é totalmente irrealista como se pode ver no blog. Ontem (14 de Setembro), no mercado negro, o Bs era transaccionado a 6.07-6.18 para o USD. Esta discrepância, coloca graves entraves às relações comerciais com o exterior.

As alocações de USD, para as importações, são geridas por uma agência governamental que também controla as licenças de importação. Imagino, quanto tempo se deverá esperar para obter a licença e os USD...

As exportações são também altamente restringidas, porque têm de ser feitas à taxa oficial, o que penaliza fortemente os exportadores.

Mais um "tiro no pé", vindo de um país onde o estado socialista asfixia, cada vez mais, o que resta do sector privado, empobrecendo a generalidade da população.

O estímulo dos políticos

Há uns tempos atrás encontrei este vídeo e resolvi hoje mostrá-lo, já que a comunicação social está fértil em notícias de que os estímulos estão a resultar, a recessão terminou, que haverá uma maior regulação, e daqui para a frente está tudo sob controle.

Vou contar um segredo... os estímulos além de não funcionarem, vão agravar o problema. Não podem ser os políticos que, a maior parte, nunca geriu uma empresa, a decidir o destino de milhões de pessoas, e o destino do dinheiro gerado pelos privados.

Cada qual é um ser complexo, com gostos próprios, disposições, humores, o mundo está em permanente mudança e é impossível que um conjunto pequeno de pessoas (estado), consiga discernir sobre o que é o melhor e do que o consumidor irá querer no futuro.

Pensemos um bocado. E daqui se irá fazer luz sobre o porquê do facto, provado pela história, de que quanto maior é o aparelho de estado, mais pobre é o país, (regimes comunistas por exemplo).

Que incentivos tem o político ou uma empresa do estado a inovar, a tornar a empresa mais eficiente? Além de todas as pressões políticas que existem para colocar os membros do partido nas empresas estatais, se algo correr mal o estado "mete" mais dinheiro. O capital não é da pessoa que está a gerir. E toda a gente sabe que quando o dinheiro parece cair do céu não se dá valor nenhum e gasta-se. Por isso é que, por exemplo a Galp, antes de começar a ser administrada por privados, dava prejuízo...

Os incentivos estão do lado dos empresários particulares, de empreendedores, que caso a empresa vá à falência são prejudicados. Aí há o incentivo a fazer sempre o melhor, a inovar, tornar os bens melhores e mais baratos, expandir-se e colocar a trabalhar quem lhes irá dar o maior valor e não os amigos, com ordenados chorudos e pensões futuras garantidas.

O estímulo da economia pelo estado é uma utopia... bom para abrir o noticiário e alguns ficarem mais aconchegados à noite, já que o papá estado está a salvar-nos... O que irá acontecer é uma redistribuição de riqueza, pago por um aumento inevitável de impostos e endividamento (impostos a pagar no futuro). O estado não cria riqueza, apenas a redistribui e ao fazer essa redistribuição, está a condenar alguns a favor de outros. Como é que tem o poder de tomar essa decisão? Com base em quê? As pessoas têm de começar a pensar que o dinheiro vem de algum lado... e se concordam com construção de pontes, tgv´s e demais, então, estão a assinar uma autorização, de aumento em impostos directos, e principalmente indirectos. Normalmente aumentam os indirectos, pois assim culpam os outros. Veja-se o exemplo dos preços dos combustíveis. É mais fácil culpar a Galp, quando o governo é que tem toda a culpa, já que 2/3 do preço do combustível que se paga na bomba é IMPOSTO.

Os estímulos não vão funcionar hoje nem nunca, pois o estado não tem capacidade para saber o que é melhor. Há uma frase que ouvi, que traduz na perfeição esta situação. "Se o primeiro-ministro soubesse realmente o gosto dos consumidores no futuro, soubesse quais as indústrias que irão estar na moda, o que se irá consumir, então não era político, mas sim o homem mais rico do mundo".


Piadas de Economistas

1) 3 trabalhadores soviéticos são presos e colocados na mesma cela.
O primeiro explica que foi preso porque chegou atrasado ao trabalho e isso foi uma grave ofensa contra o povo soviético.
O segundo conta que foi preso por ter chegado cedo ao trabalho. Os comissários acusaram-no de espionagem.
O terceiro foi preso por chegar todos os dias à hora certa ao trabalho. Foi condenado por, de certeza, possuir um relógio ocidental.

2) 3 empresas europeias foram condenadas pela Comissão Europeia, devido à sua política de preços.
A primeira tinha preços acima dos outros concorrentes. Foi acusada de abuso de posição dominante.
A segunda tinha preços abaixo dos restantes concorrentes. Foi acusada de dumping.
A terceira tinha preços exactamente alinhados com os restantes concorrentes. Foi condenada por concertação de preços.

Ouvi estas duas anedotas algures num vídeo do economista Walter Block. Ok, a segunda adaptei um pouco.
É o que se arranja, de economistas...

Manifestação pela liberdade

Parece que nos USA, já começa a haver alguma luz ao fundo do túnel a nivel de mentalidades. Este fim-de-semana houve uma das maiores manifestações de sempre, com quase 2 milhões de pessoas, mobilizadas a favor da liberdade individual e menos governo. 

Começam a entender que, um peso maior do estado na economia, serve apenas o interesse de alguns, a maior parte lobbies, delapidando os sectores produtivos.

Podem ver a notícia neste link. 

É incrível verificar a união das pessoas e o entendimento que começam a ter acerca de economia, que muitos prémios nóbeis não têm. Isto é muito graças à internet, onde os utilizadores podem pesquisar livremente informação e os defensores desta linha de pensamento podem expôr as suas ideias.

 

Proteccionismo e a Grande Depressão

A propósito do post anterior sobre proteccionismo, fica aqui um vídeo muito interessante que retrata esta temática no período da Grande Depressão. O vídeo tem uma duração de 9 minutos e está legendado.

Protectionism and the Great Depression - Portuguese Sub from Atlas Global Initiative on Vimeo.

Obama o protector



Estava a dar uma vista de olhos pelas notícias quando me deparo com algo que não me surpreende nada e, infelizmente, penso que é o que irá acontecer cada vez mais nos USA e no mundo, à medida que a crise se intensifica (já que as medidas que estão a ser tomadas para combater essa crise são as mesmas que deram origem à situação actual). Vou transcrever pedaços da notícia, e ir comentando:

"China lashes US tire duties as protectionst - The Obama administration will impose stiff tariffs on imports of Chinese-made tires after finding that a surge of imports has disrupted the U.S. domestic market".
- (Será que o culpado dos USA terem desfeito o aparelho produtivo, construido a sua economia em cima de um castelo de cartas baseada na especulação imobiliária e apoiado o seu PIB em 70 % consumo conseguido através de crédito barato e indiscriminado é dos pneus que vêm da China...????!!!!).

"U.S. imports of Chinese tires have risen, almost tripled, from 14.6 million in 2004 to 46 million last year; about one-sixth of the U.S. market. Four U.S. tire plants have closed in the past two years alone, and more than 5,000 domestic workers have lost their jobs."
 - (Se há importações é porque se torna mais barato para a indústria americana ir buscar lá fora do que comprar cá dentro...; isso deveria ser algo bom já que quem usa esse bem importado irá ter menos custos... Mas o que é que o estado faz alegando sempre o bem da população e as dificuldades das empresas nacionais? No fundo, é prejudicar quem importa os pneus, obrigando as pessoas e empresas a comprarem mais caro esse bem... !! Óptima política... tornar o bem mais caro para a população, (prejudicando 300 milhões de pessoas porque 5.000 pessoas e 4 fábricas fecharam em 2 anos... o que dá uma média de 2.500 pessoas e 2 fábricas por ano)).

"This administration is doing what is necessary to enforce trade agreements on behalf of American workers and manufacturers," says U.S. Trade Representative Ron Kirk.  Further, "Enforcing trade laws is key to maintaining an open and free trading system."
- (É inacreditável encontrar na mesma frase Enforcing trade laws e open and free trading system... Nem vale a pena comentar!!!!).

Concluindo: O estado está novamente a alegar o bem da população e indústrias nacionais (já que isso capta e comove), empobrecendo a economia. Vai tornar mais ineficiente o aparelho produtivo, já que não permite que haja uma saudável competição. Se é mais barato ir comprar a outro lado, isso deveria ser bom, pois as pessoas e empresas podem adquirir o bem a melhores preços, desenvolvendo assim indústrias que trazem realmente valor para a economia, criando empregos produtivos no presente e futuro. Com proteccionismo será que as empresas se tornam competitivas? Ou apenas se tornam "preguiçosas", não tendo o tal incentivo a se tornarem melhores e mais capazes?

As economias desenvolvem-se pela competição. Caso perguntem a qualquer atleta de alta competição com quem querem competir, eles dizem que é contra o melhor; eles sabem que só desta maneira vão ficar mais fortes.
O estado pela sua constante intervenção, a fazer o papel de paizinho protector está a tornar os "filhos" mais fracos, dependentes e não permite aos seus " filhos" desenvolverem as suas reais capacidades.

Espero que não se comece a seguir este caminho, pois todos iremos pagar a factura  no presente e no futuro próximo.

O mercado falhou?

É interessante que a maioria dos comentadores e especialistas (nem vou perder tempo com os políticos) que aparecem nos nossos meios de comunicação não apresenta uma explicação minimamente coerente para as causas da corrente crise nem para como podemos dela sair.

A explicação mais corrente é que o mercado falhou. Não se sabe muito bem como nem porque, mas o que interessa é que falhou, toda a gente sabe que falhou, e pronto.

Foram demasiado longe na desregulamentação e deram demasiada liberdade aos mercados financeiros, isso foi a causa da crise, dizem outros. Como explicam então que mesmo nos EUA, considerados como o farol do capitalismo e dos mercados livres, um números infindável de regulamentações, dezenas de órgãos reguladores e fiscalizadores, já para não falar do FED, que também fiscaliza os bancos, e determina um dos preços mais importantes da economia (a taxa de juro de referência). Isto é que é um mercado desregulado? Um mercado livre?

Se o culpado não existe, como pode ser culpado?

Para sair da crise também é fácil, segundo o que é possível perceber pelos seus comentários. Basta os estados investirem fortemente e impor mais regulação e fiscalização nos mercados financeiros. Resumindo: mais estado e menos liberdade individual!

Artigo interessante do Professor César das Neves que toca neste tema.

Afinal havia outra...

Uma notícia que já era de esperar, e que mostra que as relações entre USA e China estão numa espécie de amor-ódio.

" Banco da China acusa Wall Street de miopia
Zhu Min, vice-presidente do Banco da China, disse numa entrevista que os banqueiros norte-americanos sofrem de "excesso de confiança" e estão "míopes" face à actual crise financeira.

As pessoas em Wall Street parecem achar que a crise nunca aconteceu", afirmou Zhu Min durante uma entrevista à Bloomberg. "Não é apenas excesso de confiança, é muita miopia", acrescentou.

As críticas de responsáveis chineses aos EUA não são uma novidade e intensificaram-se com o agravar da crise financeira.

Em Março, o primeiro ministro Wen Jibao disse estar "preocupado" com os investimentos do país em obrigações norte-americanas, exigindo garantias de que os títulos eram seguros.

Agora, cinco meses depois, Zhu Min diz que existe "uma espécie de estabilização em relação à queda abrupta" dos mercados, "mas a verdadeira crise económica acaba de começar".

Os comentários de Zhu Min surgem depois de o índice norte-americano S&P 500 ter valorizado mais de 50% desde os mínimos de Março, uma subida que fez com que os preços das acções estejam muito acima dos lucros anunciados pelas empresas. "

E agora a questão... porque é que o S&P500 valorizou o que valorizou, se o rácio de Insider Selling (venda de títulos por parte dos administradores das empresas) está a valores elevadissímos, que aliás, desde que é acompanhado este rácio nunca esteve tão alto. Quem anda a manipular o mercado? Vou colocar um gráfico onde se verifica que o capital que é destinado ao Quantitative Easing está a ser usado para especular nos mercados novamente e com isso pagar os tais bónus famosos. Nada foi resolvido, está a ser feito tudo novamente mas com mais intensidade.

Fazer a mesma coisa e esperar resultados diferentes... ou talvez esperem os mesmos resultados, já que com a crise alguns lucram biliões.
Só tenho curiosidade numa coisa, quando isto tudo correr mal novamente será que o sector produtivo vai doar mais dinheiro para a caridade do estado ou os vai mandar dar uma curva?


Afinal quem tinha razão? Bernanke ou Peter Schiff?

Vou apresentar 2 clips,  um de Bernanke (presidente da FED) e o outro de Peter Schiff (Escola Austríaca), que defende um mercado livre do controle do estado e os seus tentáculos.

No primeiro vídeo iremos ver algumas questões feitas a Bernanke acerca de uma possível crise em 2007 que pelo que irão constatar nunca iria acontecer, estava tudo bem.
No segundo vídeo temos Peter Schiff, a avisar acerca do que iria acontecer, fruto das políticas do governo americano e da FED, que conseguiram destruir uma economia produtiva e exportadora e transformá-la no castelo de cartas que é hoje, baseada em 70% de consumo e em sobreendividamento.

Em outros posts iremos discutir mais a fundo esta temática. Por agora ficam os vídeos onde se verifica algo muito simples. As bolhas e as crises são criadas pela constante intervenção do governo na economia, pela sua percepção do que é bom para os consumidores e no uso do capital que o sector produtivo coloca ao dispôr dos políticos que o desperdiçam.

 

Os amigos da onça estão de volta

A onça de ouro voltou a ultrapassar mais uma vez o valor histórico de 1.000 dólares.
Cada vez mais o ouro parece ser a commodity de refúgio...ou talvez não!
Uma das regras mais básicas da economia é a de que intensas injecções de dinheiro (por intensas entende-se uma taxa de crescimento monetário superior à taxa de crescimento da economia) levam necessariamente a um aumento da taxa de inflação.
Vamos pensar numa economia muito simples, designada por país República das Banandas, onde o único produto do país, por simplificação de raciocínio, são precisamente bananas.
Admitamos que esta economia produz anualmente um produto real de 2.000 bananas e que a quantidade monetária em circulação é de 10.000 unidades monetárias (u.m). Fazendo uns cálculos muito rápidos apercebemo-nos que para a economia absorver as 1.000 u.m., é necessário que o preço de cada banana seja de 10.000 u.m. / 2.000 bananas, ou seja, cada banana custará 5 u.m. Mas e se de repente o governo decidir "ajudar" esta economia, injectando mais 2.000 u.m. no sistema bancário, através do banco central local?
Simples, aí o preço das bananas passará a ser de 12.000 u.m. / 2.000 bananas, ou seja, 6 u.m. por banana. Como se pode ver o preço das bananas subiu de 5 para 6 u.m.
Através deste exemplo muito simples conseguimos deduzir a famosa equação de Fisher:

P. Y = M. V onde P é o nível geral de preços, Y é o produto, M é a moeda em circulação e V é a velocidade de circulação da moeda

No estado da economia actual, com taxas de crescimento muito baixas ou mesmo negativas e com as enormes injecções de dinheiro para "ajudar" a economia parece credível a subida do nível geral de preços.
Ora se pensarmos que estas injecções de dinheiro foram atribuídas muitas vezes não para apoio efectivo das empresas, mas sim como forma de pagamento de prémios chorudos a administradores de empresas e de bancos que se revelaram incompetentes e mesmo de um ética muito duvidosa, parece-me que está encontrada uma das razões para a subida da cotação do ouro.
Naturalmente que em tempos de crise e de desconfiança, grande parte dos investidores se refugiam no ouro, mas provavelmente estamos a assistir igualmente a um efeito de inflação: com excesso de dinheiro, os investidores decidem investir nas commodities (e não só), inflaccionando severamente os seus preços, nomeadamente da cotação da onça do ouro.
Os amigos da onça estão de volta!
Interrogo-me se esta escalada de preços é sustentável, pois caso o seja, tal significa que o preço das commodities (não só o ouro, mas o cobre, o petróleo, entre outros) irá ter reflexo em todo o sistema produtivo e traduzir-se no aumento do preço dos bens.
Vamos esperar para ver...

Os políticos e a lei básica da economia

Há algo que me foi ensinado logo no primeiro dia em que frequentei economia no liceu, mas que infelizmente os políticos ainda não aprenderam... Algo aparentemente muito simples, mas por alguma razão, em algumas cabeças, é inatingível... A chamada Lei da Oferta e da Procura.

Esta lei diz que quando há mais oferta de um bem para a mesma procura o preço irá descer. Em contrário, ao haver mais procura de um bem para a mesma oferta o preço irá aumentar.
Ora o governo parece que ainda não entendeu este simples princípio que se apresenta aos alunos na primeira aula de economia da escola secundária. Passo a explicar a razão do que escrevo:

Hoje ao ler o jornal verifico que a portagem da A21 aumentou de 0.60 cêntimos para 2.10 euros. O argumento foi que a auto-estrada dá prejuízo e por essa razão a câmara vendeu às Estrada de Portugal a dita cuja.

O estado fez as contas e pensou... Ora isto é muito simples, vamos aumentar o preço e como passam lá x carros na auto-estrada iremos passar de prejuízo a lucro.

Vou explicar ao estado novamente o príncipio básico de economia. Como os consumidores não são burros, ao aumentar o preço de algum bem e ao manter a oferta constante, a procura obviamente irá diminuir. Ora daqui se pode ver facilmente que quando aumentam o preço irão passar muito menos carros pela auto-estrada.

Uma colega que costumava fazer o trajecto por essa via diz que neste momento a auto-estrada está quase deserta e as pessoas vão por vias alternativas.

Daqui se depreende que a brilhante ideia do estado em aumentar os preços da portagem depreendendo que a procura se mantém constante está claro totalmente errada e os 30.000 euros diários que a câmaria dizia ter de prejuízo certamente irá aumentar em muito, agora nas mãos do estado.

Mais uma brilhante ideia dos políticos... que têm de frequentar as aulas do ensino secundário de economia para ver se aprendem algo.

Inflação no Império Romano

http://mises.org/story/3663

Neste artigo do Mises Institute, o autor fala do papel que a inflação (e os impostos) teve no minar dos alicerces do Estado Romano, quando a vida das populações se tornou tão insuportável ao ponto de a maioria preferir ser capturada pelos bárbaros do que voltar a cair nas malhas da burocracia romana.

Num apontamento totalmente independente (ou talvez não...), seguem abaixo 2 gráficos com a evolução da base monetária nos EUA:

Ainda vão a tempo de evitar a queda de mais um império, mas para isso há que mudar radicalmente de rumo.

Cuidado com o Leviatã


O Leviatã anda por aí…esse grande monstro, assustador, comilão de recursos, com enormes tentáculos que chegam a todos os sectores da economia, com uma certa tendência para coexistir na economia Portuguesa, com especial incidência em época de eleições…

Depois do TGV, do novo aeroporto, da terceira autoestrada Lisboa-Porto eis que é agora o metropolitano de Lisboa que decide em cerca de 10 anos, investir em mais 29 km de rede, 30 estações, num investimento de 2.500 milhões de euros.

O que significa, aumentar o número de estações e a dimensão da rede em cerca de 70%.

Não é de admirar que com uma derrapagem na dívida pública surjam rumores de uma nova revisão em baixa do rating soberano de Portugal. Aliás a sociedade de rating Fitch decidiu recentemente baixar o outlook de estável para negativo, já a antecipar uma eventual pioria do rating.

Fico no entanto por um lado descansado pois em Portugal quando se diz que a obra estará pronta em 2020, na realidade isso significa que a obra estará pronta apenas em 2040, pelo que o dispêndio de recursos será feito em prestações mais suaves.

Mas também fico apreensivo pois em Portugal quando se diz que a obra custará 2.500 milhões de euros, na realidade isso significa que a obra custará 5.000 milhões de euros.

Qual destes efeitos irá prevalecer? Veremos…

Em defesa da liberdade…


O debate sobre economia está ao rubro. Com a crise, todos opinam. Decidimos nós opinar também, mas em defesa de uma corrente que muitas vezes é ignorada, deturpada e enxovalhada: o liberalismo!

Quando, numa sociedade complexa como a nossa, cada individuo é deixado ao seu livre arbítrio atinge-se o melhor resultado para o colectivo. Enquanto que quando o estado intervém, mesmo com as melhores intenções, o colectivo fica mais pobre, assim a história o demonstra.

Esperamos desmistificar as falácias perpetuadas por certos jornalistas, políticos e outros que se apelidam de economistas.

Num blog que se preza por defender a liberdade, os vossos comentários são bem-vindos.

Viva a liberdade d’escolha!